A Esposa e a sua Síndrome de Estocolmo

 A Síndrome de Estocolmo basicamente e simplificando, é quando o refém, agredido, sequestrado adquiri um sentimento de empatia, até mesmo começa a gostar do agressor, sequestrador. Esse sentimento pode ser causado por um trauma que o refém tenha passado na infância, ou até mesmo durante a vida, com família onde cresceu, com o casamento dos seus pais, tudo isso, podem ter influenciado em suas escolhas. Fazendo assim, a pessoa indiretamente se ligar a pessoas autoritárias, abusadores, entre outros. 

Um exemplo muito fácil, é de que a grande parte de meninas que crescem vendo seus pais abusarem de suas mães. Acabam casando com homens abusadores também. Há uma grande probabilidade disso acontecer, inconscientemente elas fazem essa escolha. 

Por que a esposa pode passar por essa Síndrome de estocolmo e nem saber? 

Isso acontece com esposas, que vivem em um casamento onde sofrem algum tipo de abuso pelo seu cônjuge. Seja físico, psicológico e principalmente verbal. Podendo ou não dependerem deles financeiramente, apesar de que a maioria dessas mulheres por dependerem financeiramente acaba ajudando a permanecer com os mesmos, infelizmente. 

Essas mulheres tem na sua cabeça, que o marido não faz por mal, que ele a ama, começa a procurar qualidade, e com elas justificarem os erros dele. Deixando assim, uma defesa na justificativa. Essas mulheres, são chamadas de burras, idiotas, incapazes, são constrangidas de várias formas. E elas as vezes atém podem achar que eles estão certos, e trás isso pra elas, podendo até achar que elas são os motivos dos problemas ou da situação ocorrida. Procurando alguma forma de justificar o erro do companheiro. 

Esses homens, procuram por mulheres indiretamente ou diretamente, com baixa alto estima, sensíveis e frágeis, traumatizadas. Uma mulher fácil de ser controlada e manipulada. Mulheres que passaram por uma infância complicada e podendo ter uma família desestruturada. Essas mulheres são as mais sucessíveis a passar por esse problema. 

Se você é uma mulher assim, primeiro seja independente, segundo procure terapia, terceiro tenha amor próprio.

Se você ama muito o seu marido, lute pelo seu casamento, seja com terapia de casal ou terapia da Igreja. Faça o que for preciso. Mas se no final, nada adiantar. Segue a sua vida! 

Pois a vida é muito curta! Devemos procurar a nossa felicidade, sem passar por cima das pessoas. Mas devemos ser felizes! Porque como você pode amar uma pessoa se você não se amar primeiro?

SE AME! SEJA FELIZ!

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